Sou gestor de tráfego pago. Meu trabalho começa antes do anúncio: descobrir quanto vale um cliente pra você, e se o seu negócio está pronto pra receber mais um.
Se a resposta for não, eu falo. Mesmo quando isso me custa o contrato.
Gratuito · 7 perguntas · resposta em até 3 dias úteis
Não é desorganização. É que o número que responderia essa pergunta está escondido em três lugares diferentes: um pouco no marketing, um pouco no comercial, um pouco na conta do banco. Ninguém nunca juntou.
Então o mês passa, o dinheiro sai, alguma coisa acontece, e no fim ninguém consegue dizer com honestidade se valeu. No mês seguinte você aprova de novo, metade por fé, metade por medo de parar.
Esse é o estado que eu tento acabar. Não fazer você gastar mais. Fazer você saber. Às vezes o resultado do meu trabalho é “investe mais, está funcionando”. Às vezes é “para de investir aqui, está indo pro lugar errado”. As duas respostas valem, porque as duas devolvem o controle.
Conquistar um cliente tem quatro etapas, e o anúncio cobre só a primeira. É nas outras três que a maior parte do dinheiro se perde, e é por isso que eu trabalho nas quatro.
Antes de qualquer verba: quanto vale um cliente pra você, qual o teto que o seu negócio aguarda pagar, onde o funil vaza hoje e qual canal faz sentido começar. Com os seus números abertos, não com média de mercado.
É o Raio-X aprofundado, virando plano.
Teto de aquisição · funil · escolha de canalO anúncio leva a pessoa até algum lugar. Se esse lugar demora a abrir, não explica em dez segundos o que você vende, ou não tem um jeito óbvio de falar com você, o anúncio não tem chance nenhuma.
Faço site institucional, página de captação e página de venda, com uma régua só: a pessoa entende e consegue agir sem pensar. Não é site para ganhar prêmio de design. É site feito para converter e, principalmente, para ser medido.
Site · landing page · página de captaçãoEstrutura, públicos, orçamento, criativo e otimização no Instagram, Facebook e na busca do Google. Escolhendo a plataforma pelo momento do seu cliente, não por preferência minha.
A conta de anúncios fica sempre no seu CNPJ, com você como administrador desde o primeiro dia.
Meta Ads · Google Ads · criativosRastreamento instalado e conferido de verdade, origem de cada contato marcada, e um relatório que cabe numa mensagem de WhatsApp: quanto saiu, quantas oportunidades entraram, quanto custou cada uma e quantas viraram venda.
Sem isso, marketing é despesa. Com isso, vira decisão.
Pixel · eventos · relatório de 5 númerosDá para contratar separado, e muita gente contrata. Mas na prática quase nunca começa pela campanha: começa descobrindo para onde o dinheiro está indo, e arrumando o lugar onde a pessoa aterrissa.
Anúncio amplifica o que já existe. Se o que vai ser amplificado é uma demora no atendimento, você compra demora em escala. Responda honestamente e a página te dá o veredito agora.
Meu negócio já vende hoje, mesmo que de forma irregular.
Alguém responde o primeiro contato em menos de uma hora, no horário comercial.
Eu sei, mesmo que aproximado, quanto vale uma venda minha.
Eu consigo atender mais clientes do que atendo hoje.
Eu quero entender os números, não só terceirizar e torcer.
Esse número tem nome: teto de aquisição. Ele é seu, não do gestor de tráfego, e sem ele qualquer anúncio parece caro, porque não existe régua de comparação. Preencha com os seus números e a conta refaz sozinha.
Isso é aritmética, não promessa. O teto não garante que o anúncio vá custar isso. Ele diz qual é o limite acima do qual você está pagando pra trabalhar. Se a conta não fechar nem no papel, o problema não é o orçamento de mídia. É o ticket, a margem ou a taxa de fechamento. E essa é uma conversa melhor.
Travou na margem? É o número que quase ninguém tem organizado, e é justamente o mais importante. Anote a pergunta e leve pro seu contador.
Você responde sete perguntas sobre o seu negócio. Em até três dias úteis eu devolvo um documento de uma página com três coisas:
1. Onde está o seu maior gargalo de aquisição hoje, que quase nunca é onde as pessoas acham que é.
2. Quanto você poderia pagar por um cliente novo, com os seus números.
3. O que eu faria primeiro, se fosse seu.
O que ele não é: reunião de vendas disfarçada. Não tem apresentação, não tem proposta anexa, não tem “e aí, quando começamos”. Se no fim fizer sentido trabalharmos juntos, você me chama. Se não fizer, você fica com o documento e a gente segue conversando por aqui.
É gratuito porque me custa duas horas e me poupa dez. Eu prefiro descobrir antes que um projeto não vai funcionar do que descobrir no terceiro mês.
Veja o formato antes de pedir o seu. O documento abaixo é um exemplo, montado com uma empresa fictícia. É exatamente assim que ele chega.
Não é o anúncio. Entram cerca de 60 contatos por mês e fecham 6. O corte não acontece no preço, acontece entre a primeira e a segunda mensagem: 31 dos 60 contatos nunca receberam uma segunda resposta.
Isso aparece no relatório como “o lead vem ruim”. Não vem. Ele vem e espera.
Ticket médio R$ 1.400, margem de 45%, fechamento de 1 em 10 conversas.
Margem por cliente: R$ 630. Teto saudável: R$ 210 por cliente, o que dá R$ 21 por conversa iniciada. Hoje vocês pagam R$ 34.
Está acima do teto, mas por pouco. A conta não quebra pelo custo de mídia. Quebra pelo 1 em 10.
Nada no gerenciador de anúncios. Uma pessoa responsável pelo primeiro contato, com meta de resposta em 15 minutos, e duas retomadas combinadas para quem sumir.
Se o fechamento sair de 1 para 2 em cada 10, o teto por conversa dobra para R$ 42 e a campanha que vocês já têm passa a dar lucro sem trocar uma vírgula. Só depois disso faz sentido falar em aumentar verba.
Boa parte da resistência em contratar marketing não é sobre preço. É sobre não saber o que vai acontecer depois que você assina. Então está escrito. Clique para avançar.
Levanto seus números, leio as conversas dos últimos 30 dias, entendo o processo comercial e mapeio quem já compra de você. Se o problema estiver fora do anúncio, é agora que ele aparece, antes de qualquer verba sair do caixa.
Prometo uma coisa só: no dia 30 você vai saber mais sobre a sua própria aquisição de clientes do que sabe hoje. Inclusive se a conclusão for que anúncio não é a prioridade agora.
E o que eu peço de você: acesso às contas, alguém disponível pra responder rápido, sinceridade sobre o que dá pra entregar, e material bruto (foto e vídeo do dia a dia) sempre que eu pedir. Não peço reunião semanal de duas horas.
Sem parte escondida. Você pode rodar os quatro primeiros sozinho hoje, e deveria.
Repare nos quatro pontos marcados. Em quase toda conta que eu analiso, o problema está neles. Ou seja: fora do gerenciador de anúncios. Quem só olha a plataforma só encontra problema de plataforma.
Aproximado está ótimo. Se você não souber alguma, escreva “não sei”. Essa resposta já me diz bastante, e normalmente é a mais útil das sete.
O formulário existe porque ele me poupa a primeira meia hora de perguntas óbvias. Mas se você prefere mandar um áudio e explicar do seu jeito, é por aqui. Eu respondo pessoalmente, não tem robô nem atendente.
Se não souber por onde começar, mande “Raio-X” e eu te mando as sete perguntas em formato de conversa. Quem responde sou eu, sem robô e sem atendente.
Depende do tamanho da operação e de quanto trabalho ela dá, e eu não consigo dizer um número honesto antes de ver os seus sete. O que eu posso adiantar: você sempre vê separado quanto é honorário e quanto é verba de mídia. Contrato que junta os dois num valor só esconde a margem de quem está do meu lado da mesa.
Prazo mínimo faz sentido, porque os primeiros 60 dias são de aprendizado e sair no meio joga fora o que foi aprendido. Multa por cancelamento, não. E em qualquer cenário você sai com as contas, os públicos, os criativos e os dados. Eles são seus desde o primeiro dia.
Mês 1 a gente aprende, mês 2 a gente ajusta, mês 3 a gente sabe se funciona. É menos empolgante do que a resposta que você vai ouvir em outros lugares, e é o que vai acontecer de qualquer jeito. A diferença é se você foi avisado antes ou depois.
Existe caso de resultado no primeiro mês. Acontece quando a empresa já tem demanda represada, marca conhecida e comercial rápido. Isso é uma condição do negócio, não uma habilidade do gestor, e ninguém sabe disso antes de olhar.
Sua. Sempre no seu CNPJ, com você como administrador. Se a conta ficar no nome de quem presta o serviço, o histórico é dele, e histórico é o que faz campanha nova custar mais barato. Você troca de fornecedor e começa do zero.
Essa frase quase sempre significa uma de quatro coisas: a campanha foi otimizada para o evento errado, a oferta não sustentava o que o anúncio prometia, o atendimento demorava, ou o volume era pequeno demais pra dar qualquer sinal confiável. Nenhuma delas é culpa sua, e três são corrigíveis em semanas.
O Raio-X serve exatamente pra descobrir qual das quatro foi.
Você tem razão, e isso é um ativo, não um problema. Negócio que vive de indicação tem reputação, e reputação é a coisa mais cara de construir. Só que ela é limitada pelo tamanho da sua rede, e ela não cresce no mês em que você precisa.
A conversa útil aqui não é trocar indicação por anúncio. É o que acontece no dia em que a indicação diminuir, e quanto tempo você teria para reagir.